segunda-feira, 17 de junho de 2013

O que não saiu na TV Globo

Protesto expulsa equipe da "Central Globo de Mentiras"


Equipe do jornalista Caco Barcellos foi impedida de acompanhar manifestação no Largo da Batata, em São Paulo; parte dos manifestantes, que já são 30 mil, se encaminha para a sede da Globo em São Paulo; transmissão da Globonews força a barra e tenta se apropriar da agenda dos protestos, incluindo temas de interesse da Globo, como a PEC 37
Sobrou também para a Rede Globo. Ou melhor, para a "Central Globo de Mentiras", segundo as palavras de ordem que foram proferidas nesta segunda-feira, em São Paulo. À tarde, uma equipe do jornalista Caco Barcellos, do programa Profissão Repórter, foi impedida de acompanhar os protestos no largo da Batata, na região da Faria Lima, em São Paulo.
Os manifestantes expulsaram o jornalita e seus repórteres com gritos de "Fora Globo" e "Central Globo de Mentiras". Uma parte dos 30 mil manifestantes em São Paulo se dirige à sede da Globo na capital paulista.
Na GloboNews, a âncora Leilane Neubarth tenta, a qualquer custo, vincular os protestos à PEC 37. Em editorial recente, o jornal O Globo condenou a iniciativa do Congresso de limitar poderes do Ministério Público, com a proposta de emenda constitucional. Forçando a barra, Leilane tem tentado associar os protestos à defesa que a Globo tem feito do MP. Segundo ela, os manifestantes que subiram no topo do Congresso Nacional estariam tentando pressionar parlamentares contra a PEC.”

Reportagem da Rede Globo é expulsa por manifestantes em Brasilia _Rede Globo é vaiada e repórter vai embora sem fazer a reportagem -Muito bom ver isso.Claro,a nossa"mídia",não mostrou nem mostrará

Não é só por R$ 0,20, estúpido: Rede Globo é vaiada e repórter vai embora sem fazer a reportagem.
Muito bom ver isso. Claro,a nossa"mídia",não mostrou nem mostrará! Até por que,essa"grande imprensa"(com os seus leitores idiotizados) sempre foram contra "qualquer" tipo de manifestação/popular. Ainda mais quando manifestantes misturam baderna com amadorismo de movimento/revindicatório.

Ele voltou, ele voltou: Abaixo a Rede Globo, o povo não é bobo. 


MARIA DA PENHA NELES: 

Globo quer pegar carona nas manifestações e atacar o governo de Dilma Rousseff: Caco Barcellos é hostilizado por manifestantes em São Paulo



Caco Barcellos é hostilizado por manifestantes em São Paulo

Durante o protesto do Movimento Passe Livre, que acontece no Largo da Batata, o jornalista é chamado de "manipulador" por militantes do PCO

Ricardo Galhardo - iG São Paulo 

Ricardo Galhardo/iG São Paulo
Caco Barcellos é hostilizado por manifestantes do 5º protesto do Movimento Passe Livre
O jornalista Caco Barcellos, da Rede Globo, foi hostilizado e impedido de trabalhar por um grupo de aproximadamente 100 manifestantes que participavam da concetração do protesto desta segunda-feira (17) no Largo da Batata, o quinto convocado pelo Movimento Passe Livre
Acompanhe o protesto em São Paulo em tempo real
Barcellos foi cercado por manifestantes que, de forma agressiva, tentaram expulsar o jornalista da manifestação aos gritos de “manipulador” e palavrões. Ele ainda tentou argumentar: “Só fui impedido de trabalhar pela ditadura e sob tortura”.
Entre os mais exaltados estavam os militantes do Partido da Causa Operária (PCO): “Eu sou o povo, eu decido quem pode participar”, gritava, Renato Santos, que se identificou como militante do PCO.
Comandante-geral da PM pede protesto contra mensalão
Enquanto um grupo hostilizava o repórter da TV Globo, a grande maioria dos manifestantes condenava o ato de agressividade, lembrando que Barcellos se notabiliza pela defesa dos direitos humanos e que chegou a sofrer ameaças de morte, por conta do livro Rota 66 , no qual denuncia execuções praticadas pela tropa de elite da Policia Militar de São Paulo.

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Anonymous invade perfil da Veja e chama manifestação


Grupo hacker assume a invasão do perfil oficial da revista da Abril no Twitter e divulga senhas para a publicação de fotos e vídeos dos recentes protestos contra o aumento da tarifa do transporte público; "Não é por centavos, é por direitos", diz mensagem de cartaz; "Um jornalista fascista é pior que 300 polícias da tropa de choque te reprimindo", escrevem ativistas, que anunciam que outros perfis estão sendo tomados

“O perfil no Twitter da revista Veja (@VEJA) foi invadido pelo grupo hacker Anonymous Brazil nesta segunda-feira e vem tendo mensagens publicadas pelos ativistas desde então. "Jornalismo fascista nós não precisamos de vocês", diz o primeiro tuíte da página após a invasão, assumida por @AnonManifest.

O grupo informou que "outros vários perfis estão sendo tomados" neste momento e que "estará a dispor, p serem usados como divulgação de videos fotos". "O perfil da @Veja é invadido por nós #Anonymous. O teor dos textos melhorou 800%. :)", escreveram os invasores. Em sua página, o Anonymous divulgou a nova senha da Veja no Instagram e no Gmail.

"Acabei de tomar de assalto o perfil da @veja aqui no twitter!", publicou @AnonManifest, por volta de 12h50. A revista Veja já divulgou nota a respeito, informando que, neste momento, as mensagens publicadas em suas contas "são falsas". Leia abaixo:

Perfis de VEJA no Twitter são invadidos

Por ora, as informações publicadas nas contas são falsas. Bloqueio já foi solicitado à rede social

Dois perfis ligados a VEJA foram invadidos nesta segunda-feira. As contas são @VEJA, o perfil principal da publicação, e @radaronline, assinada por Lauro Jardim, redator-chefe da revista.

Todas as informações publicadas a partir das 12h20 são de responsabilidade dos invasores. O bloqueio dos perfis já foi solicitado pela redação à rede social.”

Viva a primavera da juventude brasileira!


Miguel do Rosário, o cafezinho
“Há tempos eu não encontrava um assunto tão desafiador como esses levantes da juventude. De início, fiquei chocado, negativamente, com algumas cenas: jovens queimando a bandeira do Brasil; um outro vestido com as cores dos EUA exibindo uma bandeira do Brasil pichada com a palavra Lixo; depredação da sede de um partido político; destruição de patrimônico público, ônibus, agências…
Depois a coisa se complicou na minha cabeça. Não era bem assim. Os vândalos eram uma minoria, infiltrados? Há relatos  de policiais a paisana promovendo depredações, para desqualificar os protestos. Em seguida, a repressão brutal mudou completamente a balança. O vandalismo é lamentável, mas é uma coisa da qual a gente pode se defender com certa facilidade. Basta identificar e prender os responsáveis. O vandalismo ataca objetos inanimados. A brutalidade policial ataca seres humanos, e vem justamente daqueles que pagamos com nossos impostos para zelarem por nossa proteção.
Seria vulgar e óbvio criticar o governador Geraldo Alckmin. Sua irresponsabilidade é gritante. Sua truculência, um fato lamentável que, espero, o povo saiba castigar no seu devido momento, assim como fizeram com aquele prefeito de São José dos Campos, rechaçado pelas urnas por causa da brutalidade que patrocinou, juntamente com o governo do estado, contra os moradores de Pinheirinho.
Eu quero entender é o movimento em si. Estou lendo tudo há dias, freneticamente. O Nassif tornou-se um entusiasta dos levantes. A esquerda tradicional olha com desconfiança e mesmo com medo para um movimento ideologicamente obscuro. Os movimentos da direita virtual, que tentam há anos, em vão, fazer mobilizações similares, observam os acontecimentos com brilho maligno nos olhos, e tratam de se unir aos jovens e tentar influir em seu estado de espírito, envenenando-os com rancor antipolítica e falso moralismo.”
Matéria Completa, ::AQUI::

Ato contra tarifa em SP ganha adesão de novos movimentos


Militantes sem-teto, do movimento gay e
de sindicatos aderem ao protesto de
hoje em São Paulo

Após repressão policial da semana passada, mais grupos devem se somar à manifestação desta segunda-feira no Largo da Batata, em Pinheiros
Redação, RBA
O quinto ato pela redução das tarifas do transporte público em São Paulo (ônibus, metrô e trens), marcado para às 17h de hoje (17), deve ganhar o apoio de diversos movimentos sociais e de trabalhadores. A manifestação desta vez será no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste da cidade.

Entre os novos apoiadores estão os movimentos de sem-teto da capital, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e sindicatos de trabalhadores metalúrgicos, rurais, da construção civil e do comércio.

Se jornalista não pode apanhar, manifestante também não


http://sicnoticias.sapo.pt/incoming/2012/03/27/rc_coletejornalista_0018.jpg/ALTERNATES/w960/RC_coleteJornalista_0018.jpg 
Vou cobrir nesta segunda (17), novamente, a manifestação contra o aumento nas passagens do transporte público em São Paulo.
Mas me nego a usar colete para jornalista, conforme foi sugerido pelo governo do Estado. Um governo decente é aquele que respeita a liberdade de imprensa, mas também a liberdade de expressão. Em outras palavras, se jornalista não pode apanhar, manifestante também não.
Entendo os colegas que lembram que não são pagos para isso. E que têm família. Mas quem não tem? Além do mais, já contamos com identificações funcionais para apresentá-las em caso de questionamento policial. Para quê um colete que vai nos diferenciar à distância?
Muitos dos casos de violência contra jornalistas, na última quinta (13), ocorreram com a polícia tendo plena consciência de quem eram os agredidos. Vide os relatos da repórter da TV Folha, por exemplo. Ou do grupo de jornalistas acuados na rua da Consolação, que levaram bala mesmo tendo se apresentado como tais.
Um comandante afirmou que os jornalistas sabem do risco que correm ao cobrir esses eventos. Bem, se estava se referindo à conhecida violência da Polícia Militar de São Paulo na repressão a essas manifestações, sim, concordo.
E que deveriam ficar atrás da linha dos policias para se protegerem. Onde é que vi essa política mesmo?…Ah, do Tio Sam ao “embutirem” seus jornalistas para que caminhassem com as tropas e publicassem o que as forças armadas desejavam.
Se não usei colete para cobrir a guerra pela independência em Timor Leste ou a guerra civil angolana, por que usaria aqui já que não estamos em guerra?
Ou o Estado pretende tratar sua população como se estivesse?

‘Não podemos nos alinhar aos Datenas, Jabores e Pondés’

Reproduzido do DCM: Um militante do MPL alerta para a tentativa da direita de ‘adotar o movimento’ com interesses escusos.
O texto abaixo, de autoria do estudante Paulo Motoryn, foi publicado originalmente na revista Vaidapé.
Desde o ato da última quinta-feira contra o aumento da passagem do transporte público em São Paulo, em que a violência e a repressão policial viraram notícia em todo o planeta, mais uma ameaça ronda o sucesso das manifestações organizadas pelo Movimento Passe Livre: a instrumentalização do povo.
A evidente mudança de postura da imprensa em relação aos protestos deve ser motivo de desconfiança, não de festa. Isso porque nos últimos dias imperou o comentário: “Agora até a grande mídia defende as manifestações”. Como se isso fosse algo positivo.
Por um lado, a máxima “não é só pelos 20 centavos” conseguiu convencer diversos setores da população a ir às ruas. Por outro, abriu uma questão polêmica: se o aumento da passagem foi só o estopim, o que mais nos incomoda? Quais são os reais motivos do fim da letargia política em São Paulo?

Campanha: Editora Abril. Fecha a VEJA; A Playboy, Não!!!

Partidos perderam o controle dos protestos; hora de ir à rua




Vai se confirmando a percepção inicial de muitos no sentido de que houve um início de aparelhamento político dos protestos que, a partir de São Paulo, espalharam-se pelo Brasil. Conversas com simpatizantes e militantes de partidos envolvidos nesse processo e com outros tantos sem vinculações partidárias confirmam essa premissa e estimulam a imaginação.
Todavia, cumpre reconhecer que os interesses políticos que tentavam se assenhorar desse movimento encabeçado pela organização “Passe Livre” nunca representaram a sua totalidade, assim como a tese de que se tratava de um movimento espontâneo tampouco reproduz a sua gênese.
Acima de outros partidos, o PSOL teve um papel importante na tal “gênese” do crescimento de um movimento que vem atuando há anos, porém sem maior expressão. Nesse aspecto, nos primeiros atos desse drama houve, sim, tentativa de constranger adversários políticos ocupantes do governo do Estado e da prefeitura paulistana.
O que ocorreu, do primeiro grande ato ao último – com seus resultados trágicos –, foi o entendimento, inclusive pelo Movimento Passe Livre, de que a politização terminaria por sepultar intenções sinceras e um clamor da sociedade diante de um Estado que vem se mostrando incapaz de atuar com a velocidade que se espera no sentido de estender aos brasileiros os benefícios de um soerguimento econômico da nação que ocorreu ao longo da última década.
Além do que, nos Estados e municípios não houve uma melhora da qualidade de vida nas metrópoles. Apesar de o brasileiro estar com mais dinheiro no bolso, a vida nas grandes cidades vai se tornando insuportável.
Viver em uma urbe como São Paulo é hoje um martírio. A situação é tão insustentável que uma cidade que rejeitava com tanta força o PT elegeu até com votação confortável um representante desse partido. Aconteceu, na minha cidade, o que ocorrera no Brasil em 2002: o povo resolveu dar uma nova chance ao PT como última tentativa.
Fernando Haddad, nesse aspecto, cometeu um erro político muito grande. O grande problema do PT vem sendo a falta de comunicação. Por conta disso, desde a posse o novo prefeito se manteve praticamente mudo. Após uma campanha em que a melhora no transporte urbano foi o mote, antes de qualquer melhora a nova administração tasca um aumento no lombo dos munícipes.
Ao longo deste ano, pessoas que vêm dos bairros mais humildes para os mais abastados todos os dias, e que votaram em Haddad esperando uma tarifa de transporte que pesasse menos no bolso, revoltaram-se com a ocorrência do inverso.
Apesar de o transporte ferroviário e metroviário também continuar piorando e subindo de preço, a recente eleição colocou a administração municipal em maior visibilidade.
Se Haddad tivesse se dirigido à sociedade e explicado antes do aumento que ele era inevitável e que no segundo semestre os planos de sua administração para o transporte urbano começariam a se fazer sentir, talvez esse movimento não tivesse eclodido. Mas a falta de capacidade de comunicação que vem caracterizando o PT, deu nisso.
Exposta a visão do Blog sobre a causa da eclosão desse movimento, passamos ao que ocorreu em seus intestinos ao longo das últimas semanas.
A dita horizontalidade dos protestos era mais real do que acreditavam os partidos que tentaram direcioná-los aos seus objetivos políticos. Ou seja: a rua é de todos, e muitos levaram a sério o que era um mote pra inglês ver. E foram à rua reclamar.
Aos mauricinhos e patricinhas que planejaram tudo, somou-se uma juventude pobre, das periferias desassistidas, com demandas reais e pouco preocupada em desgastar este ou aquele governo ou partido. E veio à rua, também, o sentimento de revolta com “tudo isso que está aí”, ou seja, com a desigualdade excruciante que esmaga este país.
Daí o quebra-quebra, gerado pela raiva incontida dos massacrados pela desigualdade.
Os partidos políticos que tentavam manipular um movimento que já vai deixando de ter dono ou lideranças e que, aos poucos, vai se tornando anárquico e incontrolável, perderam espaço. A massa que irá às ruas nesta segunda-feira está muito bem precavida quanto à politização, ainda que esses grupos político-ideológicos continuem teimando em lhe dar uma sobrevida.
Nessa situação, o processo está se abrindo a todo tipo de demanda da sociedade. Ao protestar contra o status quo, os cálculos políticos dos partidos de esquerda e de oposição aos governos do PSDB e do PT de São Paulo e do governo petista federal deixaram de fora, por exemplo, a democratização da mídia, a eterna demanda esquerdista.
No momento em que naufragam os planos dos que pretendiam manipular politicamente esse sentimento de “basta” que permeia um processo que beira a convulsão social, portanto, surge a possibilidade de que todo tipo de anseio por mudança seja posto à mesa.
Ironicamente, a partir desse processo surge, talvez, uma das melhores chances em décadas para que seja encaminhada a questão da democratização da comunicação oligopolizada que infecta o Brasil – e que parecia não ter solução.
Eis que ganha sentido adequado uma máxima que, até onde me lembro, é de autoria do historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento Nicolau Maquiavel: “Se não pode vencê-los, junte-se a eles”.
Durante anos, a ONG criada a partir deste Blog, o Movimento dos Sem Mídia, tentou levar às ruas um sentimento de inconformismo com a comunicação de quinto mundo que tem o Brasil, onde meia dúzia de famílias conservadoras detêm o controle de praticamente toda a comunicação de massa e das principais concessões públicas de rádio e televisão.
Todavia, nunca logramos reunir mais do que algumas centenas de pessoas. Não havia clima para as pessoas irem às ruas. Isso  porque os movimentos sociais e sindicais tradicionais nunca encamparam com decisão a necessidade de se levar uma demanda dessa importância à rua por conta de cálculos políticos, pois os governos do PT, que poderiam encampar tais demandas, colocaram-nas em segundo plano ou as sepultaram.
Ora, os protestos que estão surgindo encampam demandas genéricas “contra a corrupção” e tantas outras que não têm significação prática, pois ser contra a corrupção do Poder todo mundo é, mas esse discurso vem sendo usado pela mídia e por partidos de oposição de direita e de esquerda contra um único grupo político, como se corrupção existisse só em governos petistas, enquanto se sabe que não há governo de partido algum que possa se dizer imune a ela.
Uma demanda como a democratização da comunicação, considerada maldita pela direita e inconveniente pela esquerda mais radical porque serviria ao PT, ganha, no âmbito desses protestos (agora) sem dono a melhor chance que já teve. Um debate interditado desde sempre pelos donos da mídia e pela direita pode, sim, ganhar as ruas.
Convencer os manifestantes das mais diversas orientações de que a comunicação oligopolizada que há no Brasil é o que os obriga a irem às ruas para dizer o que poderiam dizer na televisão e no rádio será moleza, se alguém levar essa premissa a eles.
Eis que chega o momento, pois, de se começar a pensar em como fazer do limão uma limonada.
Se, por um lado, não é bom que tendo tantos eventos esportivos de importância internacional imensa acontecendo no país vigore nele um clima de convulsão social, já que não se pode mudar um sentimento que já se consolidou para muito além dos partidos que engendraram esse processo cumpre aos que querem mudar o Brasil de verdade que participem dele.
Com base nas premissas aqui elencadas é que este Blog e o Movimento dos Sem Mídia passam a se guiar pela filosofia de que “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Se os protestos são, de fato, contra “Tudo isso que está aí”, o que está “aí” e prejudica muito os que querem se manifestar e não podem é a concentração da propriedade de meios de comunicação.
Chegou a hora, pois, de ir à rua. Então, só se for agora.

Do Blog da Cidadania.

Ourinhos. Constrangido, Governador Geraldo Alckmin recebe mula de presente em Ourinhos


Mula à esquerda. Alckmin à direita
Constrangido, Alckmin recebe mula de presente
17 DE JUNHO DE 2013 ÀS 12:36

Em visita ao município de Ourinhos, no interior paulista, governador de São Paulo ficou sem saber se o presente era realmente um agrado ou uma forma de protesto; alegando impedimentos legais, doou o animal a uma instituição de caridade



247 - Durante uma visita ao município de Ourinhos, no sábado 8, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recebeu um presente inusitado: uma mula.

O "mimo" foi dado ao governador pelo presidente da FAPI (Feira Agropecuária e Industrial de Ourinhos), Eduardo Luis Bicudo Ferrato ("Brigadeiro"), durante sua visita a Feira.

O presente dado a Alckmin arrancou risos de quem estava presente e deixou o governador sem saber se realmente se tratava de um presente ou de uma forma de protesto.

Devido a motivos de impedimentos legais, o governador, desconcertado, declinou o presente e pediu que fosse doado para uma instituição de caridade, à escolha de "Brigadeiro", que optou pela APAE de Ourinhos.

Com informações do portal Ourinhos Notícias